|
| |
Por
que fazemos intermediação?
a)
porque os dois lados
desta intermediação - o lado assistencial e o lado dos recursos - geralmente
falam idiomas diferentes, mesmo que estejam interessados nos mesmos objetivos
b) porque estes lados são, na vida
real, dois mundos totalmente diferentes. O lado assistencial é voltado e
acostumado a priorizar pessoas e suas necessidades, desenvolvendo quase que um
desprezo por metas e compromissos com resultados. De outro lado, a vida da maior
parte dos doadores dos recursos é exatamente esta: metas, compromissos,
resultados, e por isso também desenvolvem dificuldades em enxergar as pessoas
que estão atrás das metas. O primeiro grupo não consegue entender a forma
estressada do segundo, que tampouco aceita seus discursos desestressados.
c) porque estes dois lados mostram a
tendência de enxergar coisas diferentes em uma mesma cena vista por ambos. E
tendem a diagnosticar problemas diferentes e propor soluções diferentes, mesmo
que busquem a mesma coisa. Usualmente ficam surpresos quando constatam que o
alcance dos dois objetivos os leva ao mesmo lugar.
d) porque cremos que os dois lados tem
suas capacidades e prioridades. O lado assistencial é e - de certa forma -
precisa ser como de fato é. Os requisitos de seu trabalho assim indicam.
Entretanto, envolver-se em atividades de captação de recursos e administração
geralmente frustra os elementos do lado assistencial, que desempenham estas
atividades em horas vagas, ou quando "não tem nada de mais importante a fazer"
(segundo sua ótica). Estão necessariamente errados? Não. Trata-se apenas de
pessoas erradas nos lugares errados. Executivos e empresários - motivados pelo
mesmo ideal cristão e assistencial - desempenham estas funções com muito mais
desenvoltura e competência. Primeiro porque não pedem para si próprios; segundo,
por estarem acostumados a fazer isso na vida empresarial.
Caso
você, que ora lê esta página, sinta-se motivado a se envolver em qualquer uma
destas frentes, clique aqui.
Veja ainda:
- quem somos
- como fazemos
|